
A fritura é um método amplamente utilizado na preparação de alimentos. No entanto, a reutilização sucessiva de óleos a temperaturas elevadas provoca fenómenos de degradação térmica, oxidação e polimerização, conduzindo à formação progressiva de compostos polares e outros subprodutos potencialmente nocivos.
A exposição continuada a óleos degradados está associada a riscos para a saúde, nomeadamente:
– Aumento do risco cardiovascular
– Potencial exposição a substâncias com atividade tóxica
– Maior carga oxidativa na dieta
– Possível associação a processos inflamatórios crónicos
Por este motivo, a legislação portuguesa (Portaria n.º 1135/95) estabelece que os óleos utilizados na preparação de alimentos não podem ultrapassar 25% de compostos polares, limite considerado crítico para proteção do consumidor.
Importa salientar que a degradação do óleo nem sempre é percetível visualmente. A ausência de alteração significativa de cor ou odor não garante conformidade legal nem segurança para consumo.
O controlo sistemático da qualidade do óleo de fritura é, assim, uma medida concreta de saúde pública, contribuindo para:
– Redução da exposição da população a compostos degradados
– Cumprimento das obrigações legais dos operadores alimentares
– Reforço da cultura de segurança alimentar
– Proteção ativa do consumidor final
O OleoTest® permite avaliar, em menos de dois minutos, o nível de degradação do óleo alimentar, constituindo uma ferramenta prática de monitorização preventiva. A sua utilização regular integra-se naturalmente nos sistemas HACCP e nas boas práticas de higiene, funcionando como um instrumento de decisão técnica orientado para a proteção da saúde pública.

– TV & Culinária – Setembro de 2010 – “Fritar para Desfrutar”
– Cozinha Saudável & Vegetariana – Setembro de 2010 – “Quais os óleos vegetais a usar?”
– Jornal de Notícias – Outubro de 2013 – “Cancro do estômago provoca mais mortes na Região Norte” (ver artigo original)
– OleoTest® presente na Semana das Ciências Aplicadas na Saúde 2010
– Pro-Teste – Janeiro de 2004 – “Óleos Bem-Vindos no EcoCentro”
– O Comércio do Porto – 26 de Julho de 1994 – “Limitada Toxicidade no Processo de Fritura”
– O Comércio do Porto – 26 de Julho de 1994 – “Vigilância mais apertada nos Óleos que Comemos”
– A Capital – 21 de Maio de 1992 – “Investigador Reclama Legislação contra Óleos Degradados”
– Semanário – 31 de Agosto de 1991 – “Batatas Fritas e Óleos Provocam Cancro”
– Correio da Manhã – 13 de Agosto de 1990 – “Fiscais vão Vigiar Óleos de Restaurantes”
Para proporcionar as melhores experiências, utilizamos tecnologias como os cookies para armazenar e/ou aceder a informação do dispositivo. O consentimento para estas tecnologias permitir-nos-á processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente determinadas características e funções.